Diagnosticado com leucemia linfoide, o jovem varzeense Alex Rocha necessita de doadores de sangue, do tipo "B negativo". Interessados podem se dirigir ao Hemocentro de Campina Grande e fazer a doação em nome de Alex Rocha Dantas.
Alex está internado no HU de Campina Grande usando uma grande quantidade inclusive de plaquetas (para cada bolsa de plaquetas são necessários 04 doadores), e a situação está complicada em todos os bancos de sangue do estado.
Outras informações através dos números: (83) 99680-6642 / 99944-1657
O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), não teve exatamente uma boa impressão do economista Paulo Guedesem seu primeiro contato com o "guru econômico" de Jair Bolsonaro (PSL) já na condição de ministro do próximo governo. O senador fez uma relato sobre a conversa que teve na última terça-feira (6) com Paulo, na presença de outros senadores, pouco antes dacelebraçãodos 30 anos da Constituição Federal, cerimônia que marcou a volta de Bolsonaro ao Congresso depois das eleições. Dizendo que seus colegas ficaram "horrorizados" com a postura do economista, Eunício saiu dessa conversa com uma certeza:
"Esse povo que vem aí não é da política; é da rede social".
Segundo Eunício, Paulo Guedes o pressionou para que pautasse logo, para aprovação ainda neste ano, da polêmica reforma da Previdência, proposição que poderia auxiliar o governo Bolsonaro a equacionar o grave desequilíbrio das contas públicas. Para tanto, lembrou Eunício, é necessário que o presidente Michel Temer (MDB) suspenda ou encerre a intervenção federal decretada na segurança pública do Rio de Janeiro no início do ano, uma vez que a reforma é uma propostas de emenda à Constituição. E, como reza a própria Carta Magna, PEC não pode ser votada enquanto qualquer ente da Federação estiver sob intervenção.
A conversa foi relatada por Eunício ao site Buzzfeed, que a reportou ontem (sexta, 9) com exclusividade. Era véspera da sessão plenária em que senadores concederam reajustepara ministros do Supremo Tribunal Federal e chefes da Procuradoria-Geral da República, o que representará mais despesa para o próximo governo e uma sinalização para a gestão Bolsonaro.
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Eunício disse a Paulo Guedes que obedece à vontade da maioria dos pares, vocalizada pelos líderes de bancada, e por isso não poderia pautar a matéria de qualquer jeito. Lembrou ainda que há prioridades como a votação do orçamento para 2019, que costuma centralizar as atenções dos parlamentares no meio e no fim de cada ano. A conversa começou "em tom ameno" e depois se tornou ríspida, disse o senador.
"Ele olhou para mim e disse que orçamento não é importante, importante é aprovar reforma da Previdência. [...] Ele me disse: 'Vocês não aprovam orçamento, orçamento eu não quero que aprove não'. Mas não é o senhor querer, a Constituição diz que só podemos sair em recesso após a aprovação", relatou Eunício, acrescentando ter sido interrompido quando falou sobre a impossibilidade de recesso parlamentar sem a aprovação do orçamento.
"Não, eu só quero reforma da Previdência. Se vocês não fizerem vou culpar esse governo. Vou culpar esse Congresso e o PT volta, e vocês vão ser responsáveis pela volta do PT", bradou o economista, sempre segundo o relato do presidente do Senado.
"Horrorizado": sobrou para Fernando Bezerra depois que Eunício deixou Paulo Guedes para falar com a PGR - Foto: Agência Senado
A certa altura da conversa, Eunício deixou a sala ao avistar a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e deixou Paulo Guedes conversando com o atual líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). "Então eu vi a Raquel Dodge lá na frente e saí para conversar com ela, e ele seguiu conversando com o Fernando Bezerra, que saiu de lá horrorizado", recorda o senador.
O Buzzfeed lembra que "o mal-estar aumentou depois da solenidade" dos 30 anos da Constituição, quando Guedes declarou os jornalistas, na entrada do Ministério da Fazenda, que uma "prensa" tinha que ser dada no Senado para que a reforma da Previdência fosse logo votada. A declaração soou, para além de pressão, como ameaça.
"Ele foi lá para a porta do Ministério da Fazenda e disse que tem que dar uma prensa. Eu digo que aqui ninguém dá prensa. Aqui você convence, discute, ganha, perde. Agora, prensa ninguém vai dar em mim", rebateu Eunício.
Obsessão
Desde que foi eleito, Bolsonaro – a exemplo do próprio Paulo Guedes e de outros próceres do novo governo, como o deputado e também futuro ministro Onyz Lorenzoni (DEM-RS) – tem falado recorrentemente sobre a importância que ele diz ver na aprovação da Previdência. Diante da alta rejeição da matéria no Congresso, principalmente à primeira versão elaborada pela equipe de Temer, o deputado do PSL passou a dizer que um texto mais palatável deveria ser apreciado antes mesmo de sua posse, em 1º de janeiro de 2019.
Mais recentemente, noticiou-se que o trabalho de reformar a Previdência, um mastodonte de centenas de bilhões de reais, poderia ser iniciado antes do fim do ano por meio de alterações infraconstitucionais, que não requerem apresentação de proposta de emenda à Constituição. No Congresso, o clima é de ânimo zero para votar as matérias, principalmente por parte da atual oposição (PT, PCdoB, PDT, Psol etc).
Coincidência ou não, Bolsonaro desmarcou compromissos que tinha não só com Eunício, mas também com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O compromisso com o senador deveria ter sido realizado ontem (sexta, 9). Com Maia, a agenda da próxima terça-feira (13) foi cancelada, segundo a equipe de transição de governo que o auxilia.
A CAGEPA (Companhia de água e Esgoto da Paraíba), através da Gerência Regional das Espinharas, divulgou nesta segunda-feira, (05/11), o cronograma de distribuição de água para a cidade de São Mamede e demais cidades do Vale do Sabugi atendidas pelo Sistema Adutor Coremas/Sabugi.
O cronograma é referente ao mês de novembro e entrou em vigor segunda dia 05.
O cronograma entrou em vigor na segunda-feira (05/11) e que o mesmo esquema de distribuição pode ser modificado em decorrência de eventuais serviços de manutenção corretiva na adutora.
BlogSãoMamede1
Confira o cronograma:
SÃO MAMEDE, SANTA LUZIA, VÁRZEA, SÃO JOSE DO SABUGI.
Morador de Alagoa Nova, no Agreste da Paraíba, Sandro Alves de Oliveira, 37 anos, criou a moto movida a água. Conhecido como “Sandro da moto movida a água”, o paraibano resolveu criar o sistema após a greve dos caminhoneiros na Paraíba, em maio deste ano.
“Com a falta de gasolina naquele tempo e com o alto preço do combustível, decidi criar esse sistema com água para economizar”, contou o inventor ao G1.
Sandro explica que a moto faz 1.000 km com apenas 1 litro de água. “Eu comecei a desenvolver uns negócios aqui dentro de casa. Fiz uma célula de hidrogênio, coloquei uma bateria, um produto dentro da água e a moto explodiu, consigo andar na cidade toda com ela”, revela.
O sistema desenvolvido pelo paraibano funciona através de um reator de alumínio, em que as moléculas de hidrogênio se tornam o combustível para a moto. “Não é perigoso quando a gente sabe exatamente a quantidade de produto que precisa ser colocado junto com a água, eu fiz direitinho e deu certo”, destaca.
Sandro nasceu na zona rural do município e há dez anos mudou-se para o Centro da cidade. O inventor nasceu com uma deficiência que compromete a fala. Analfabeto, ele aprendeu sozinho a consertar eletrônicos e criar suas invenções. “Eu só sei assinar meu nome, porque eu tive problema de cabeça e nunca consegui estudar”, explica.
Entre as muitas promessas de campanha de Jair Bolsonaro está uma mudança radical no panorama do semiárido brasileiro, em especial na região Nordeste. O presidente eleito nem assumiu o cargo e já existem passos concretos neste sentido.
O embaixador israelense no Brasil, Yossi Shelley anunciou a intenção do governo de seu país de bancar a instalação, no Nordeste, de uma usina piloto de dessalinização de água do mar. O país é líder nesse tipo de tecnologia e hoje cerca de 80% da água potável consumida pela população israelense é proveniente do mar. Em entrevista à EBC o diplomata lembrou que Israel está em posição de vantagem porque consegue processar um litro de água dessalinizada por um preço menor do que o valor regular disponível nos mercados.
Em Israel chove menos de 600 mm por ano, em média. O país que enfrentou anos de crise hídrica conseguiu resolver o problema da escassez através desta tecnologia. A técnica já foi oferecida a estados como Ceará e Maranhão, mas não houve avanços significativos.
Caso essa parceria entre os países seja concluída, várias regiões seriam beneficiadas. O estado de São Paulo, por exemplo, apesar do clima ameno sofreu nos últimos anos com a escassez de chuva, gerando uma crise hídrica que resultou em racionamento de água.
Processo simples
O processo de dessalinização dura cerca de 30 minutos e baseia-se na “osmose inversa”, onde, por intermédio de pressão, a água do mar atravessa um sistema de membranas que separa o sal de outras substâncias, tornando-a potável. Em seguida, as substâncias retiradas da água são devolvidas ao mar.
O metro cúbico de água dessalinizada custa menos de um dólar na saída da usina. Devem ser somados a este custo as despesas de canalização da água até o consumidor.
Em 2011, Israel investiu US$ 500 milhões para construir a usina Soreq, que se tornou a maior do país. Localizada ao sul de Tel Aviv, Sorek produz 624.000 m³ por dia de água doce. Isso é o suficiente para abastecer uma cidade com mais de 2 milhões de habitantes.
Recentemente, o Canal Rural mostrou como o processo funciona. Assista!
SÃO PAULO - Os novos personagens que o governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), quer levar para as zonas conflitadas da cidade e do Estado, são figuras discretas. Atiradores de elite, os "snipers" na denominação em inglês, não têm nome, não devem ser vistos e quase sempre agem como sombras, confundidos com o cenário - ainda assim, são eficientes em seu trabalho: eliminar ameaças, matar pessoas. Podem atingir a cabeça de um homem a meio quilômetro de distância de tal forma que o alvo caia imóvel.
"Nesse caso, o objetivo é impedir a reação nervosa espontânea do dedo no gatilho de uma arma apontada para um refém ou da mão que segura o disparador de uma bomba", explica um especialista do Centro de Instrução de Operações Especiais do Exército, em Niterói, na região metropolitana do Rio, onde são formados os caçadores, a tropa do tiro de precisão.
Homem calmo e de fala mansa, ele diz que "não há a menor dificuldade em fazer o trabalho para o qual a seleção é rigorosa e o treinamento muito severo". Não é uma vida fácil e não está acessível a todos os interessados. A Marinha e a Aeronáutica, mais a Polícia Federal e as polícias estaduais mantêm quadros próprios dedicados a esse tipo de ação letal. Pouco se sabe a respeito de sua folha de serviços.
Nas Forças Armadas, há o reconhecimento formal de que snipers integraram o efetivo brasileiro na estabilização do Haiti, sob mandato da Organização das Nações Unidas (ONU). A missão de paz, encerrada em 2017, durou 13 anos.
Witzel quer formar times de atiradores para cumprir uma estranha missão: abater quem for visto portando fuzis em meio às favelas e comunidades do Rio. Não é tão simples. De acordo com a legislação vigente, a posse do rifle não autoriza o disparo letal - embora exija prisão. Criminalistas ouvidos pelo Estado acreditam que isso só seria possível em uma situação de exceção, como a declaração do estado de sítio ou do estado de defesa, quando há a supressão dos direitos constitucionais.
Claro, em um confronto, vale o princípio da legítima defesa e da destruição da ameaça. O governador eleito, ele mesmo juiz federal, diz que trata-se de uma questão de interpretação da lei, e que prefere "defender o policial (que atirar para matar) no tribunal do que ir ao funeral dele".
Os snipers das Forças Armadas atuam em situações de conflagração, apoiando a segurança da tropa e de autoridades, obtendo informações e neutralizando alvos selecionados. Os times policiais acrescentam "outro objeto" à lista, eventuais sequestradores que mantenham reféns sob risco. O tiro é feito quase sempre em duplas. O atirador e o observador, que fornece as informações de apoio - checagem da distância, interferências, direção do vento. Há certos padrões. O disparo deve ser feito na faixa de 300 metros para que a posição não seja detectada. A incidência de luz precisa ser considerada para evitar o reflexo na lente do sistema da mira. A dupla usa traje camuflado e às vezes uma espécie de cobertura para confundir um provável olheiro
No treino, de duração específica não explicitada (pode durar de 30 dias a três meses, informa um oficial dos Fuzileiros Navais) os alvos medem 50 centímetros. E são moveis. As Forças empregam cinco diferentes tipos de fuzis, entre os quais os imensos Barrett M82A1 .50 americanos. Todos os demais são de calibre padrão 7.62.
Os militares e policiais candidatos à função de atiradores de precisão são voluntários. Tem entre 25 e 35 anos de idade. Precisam ter passado por outros níveis de qualificação nas forças de operações especiais. O condicionamento físico é exigente. Alimentação balanceada, peso ideal, pressão arterial normal são pré-requisitos.
"No momento do disparo, só o dedo indicador deve se movimentar; a respiração precisa estar no ritmo do batimento cardíaco e o acionamento do gatilho deve ser suave - tudo isso para evitar desvios de trajetória", explica o especialista do Exército.
Para ele, "a possibilidade de o sniper confundir um guarda-chuva ou qualquer outra coisa com um fuzil é inexistente: a preparação ensaia essa eventualidade centenas de vezes". O abandono durante o ciclo de instrução é alto. Em um dos cursos de três semanas do Batalhão de Infantaria Especial da Aeronáutica, em 2005, foram formados 14 atiradores. Houve quatro desligamentos.
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) reclamou esta semana sobre ameaças que estaria sofrendo nas Redes Sociais e relatou à repórter Bela Megale, do O Globo, que vive hoje em dia em um “cárcere privado” por causa de “ameaças que recebeu de apoiadores” do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), durante a campanha eleitoral.
O deputado do PSOL disse ao GLOBO que foi transformado em "pária" pela campanha de Bolsonaro e que hoje vive em "cárcere privado" por estar sob permanente proteção policial, devido, segundo ele, a ameaças que recebeu de apoiadores de Bolsonaro.
Desafeto de Bolsonaro, Wyllys chegou a cuspir no colega de parlamento durante a votação do impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT) na Câmara, em 2016. Desde então, o deputado do PSOL se tornou um arqui rival de Bolsonaro, a quem se refere como maldiro, fascista, etc.
Segundo Jean Wyllys, "A campanha de fake news montada pelos inimigos da democracia que agora chegam ao poder (sobretudo a mentira do inexistente “kit gay”) me transformou num pária para os eleitores desse maldito, que invadem diariamente minhas redes com dezenas de milhares de xingamentos e ameaças, e colocou minha vida em risco em quase todos os lugares do Brasil", disse Wyllys em texto enviado à reportagem de O Globo.
Segundo a reportagem, Jean Wyllys tem usado escolta policial e se locomovido apenas em veículo blindado Desde que a vereadora do PSOL Marielle Franco foi assassinada, em março. Agora, o deputado do PSOL tenta atribuir as medidas de segurança às ameaças que recebe de apoiadores de Bolsonaro, que teriam contribuído para limitar sua vida pessoal e política. "Estou praticamente em cárcere privado pelas medidas de segurança que fui obrigado a respeitar. Logo, no momento, estou preocupado em me manter vivo, em cuidar da minha saúde que está abalada pelo volume de mentiras e ameaças contra mim. Estou preocupado em sobreviver, em recobrar as forças num país que elegeu o fascismo", disse.
A reportagem procurou a assessoria parlamentar de Bolsonaro para comentar as declarações do deputado do PSOL. Em resposta, a assessoria do presidente eleito afirmou que quem levou uma facada foi o Bolsonaro, que Wyllys chama de fascista. "Coincidências ou não, o terrorista que cometeu o crime, era filiado ao partido do 'ameaçado de morte', o PSOL. É aquele velho enredo que a população já percebeu: 'Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é'. Assim é a linha auxiliar do PT".
Adélio Bispo dos Santos, que deu a facada em Bolsonaro, foi filiado ao PSOL de 2007 a 2014. Em nota, o partido repudiou o ataque e cobrou investigação sobre o ataque. O fato é que os atores políticos do Brasil precisam colaborar na recondução do país à normalidade, sem ataques mútuos, ofensas e intolerância.